O que é um SLA [acordo de nível de serviço] ?

dezembro 22, 2009

Descomplicando ITIL

SLA é a sigla em inglês para Service Level Agreement, em português, Acordo de Nível de Serviço

Um Acordo entre o Provedor de Serviço de TI e um Cliente. O ANS descreve o Serviço de TI, documenta Metas de Nível de Serviço e especifica as responsabilidades do Provedor de Serviço de TI e do Cliente. Um único ANS pode cobrir múltiplos Serviços de TI ou múltiplos Clientes.

O Processo responsável por negociar Acordos de Nível de Serviço e garantir que eles sejam cumpridos é o Gerenciamento de Nível de Serviço [Service Level Management].

Responsável por garantir que todos os Processos do Gerenciamento de Serviço de TI, Acordos de Nível Operacional e Contratos de Apoio, sejam apropriados para as Metas de Nível de Serviço acordadas. O GNS monitora e relata os Níveis de Serviço e mantém reuniões regulares de revisão com os Clientes.

Dicas para um Acordo de Nível de Serviço

1- Entender claramente o escopo proposto e o que de fato foi determinado,  qual o nível de criticidade, impacto e disponibilidade, etc.

2- Escolher um modelo adequado de gestão do projeto e determinar a periodicidade de apresentação de relatórios de desempenho aos clientes.

3- Criar as regras de contingência e continuidade do serviço, além das regras de descumprimento por parte do cliente.

4- Especificar claramente motivos e valores para bônus [em caso de desempenho acima do esperado] e multas quando o níveis acordados não forem atingidos.

5- Definir tempo de resposta a solicitações em níveis lógicos para o serviço (urgente, importante, rotina) ou categorização de clientes (VIP, 24×5, 24×7) principalmente quando há suporte, manutenção ou help desk.

6- E o mais importante, um Acordo de Nível de Serviço estará atrelado a um Contrato de Serviço, então tudo que foi proposto deve ser seguido a risca e ambas as partes: Cliente e Provedor de Serviço devem estar cientes de seus benefícios e responsabilidades.

Fonte: dropslight.wordpress.com

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Quer acessar um equipamento Cisco real, de graça? OK, aqui está!!!

dezembro 22, 2009

O lab oferece uma gama bem interessante de equipamentos, incluindo switches L3 para prática CCNP e CCIE. Vale conferir. Segue a lista e o diagrama:

Block A

  • 1x Cisco 2811 (with 2x WIC-2T)
  • 2x Cisco 1841 (with 1x WIC-2T)
  • 1x Cisco Catalyst 3550-24
  • 1x Cisco Catalyst 3550-24 (with Inline Power)
  • 1x Cisco ASA 5505

Block B

  • 1x Cisco 2811 (with 2x WIC-2T)
  • 2x Cisco 1841 (with 1x WIC-2T)
  • 1x Cisco Catalyst 3550-24
  • 1x Cisco Catalyst 3550-24 (with Inline Power)
  • 1x Cisco ASA 5505

lab_topology_ethernet.jpg

Para saber mais, acesse o link abaixo e… divirta-se! :-)

http://packetlife.net/lab/

Fonte: blog.ccna.com.br

DNS Público do Google

dezembro 4, 2009

Com parte dos seus esforços para tornar a Internet mais rápida, ontem o Google liberou o Public DNS, seu próprio serviço de resolução de DNS público, que chega para concorrer com os das operadoras de Internet e o mundialmente conhecido OpenDNS.

Trocando em miúdos, o que o DNS faz é “traduzir” domínios para IPs, e vice-versa. Graças a esse importante serviço, podemos acessar sites digitando seus endereços (domínios), ao invés dos endereços reais, no caso, os IPs. Praticamente todos os provedores de Internet têm seus próprios serviços de DNS, e fora eles, o que mais se destaca é o OpenDNS, que se bem configurado, realmente torna a navegação mais fluída.

O Google, que já faz tempo dedica parte de seus esforços para tornar a Internet mais rápida, através de iniciativas como o navegador Chrome e o protocolo SPDY, colocou parte de seus engenheiros para trabalhar num serviço de DNS público que consiga lidar melhor com as necessidades do usuário médio, que diariamente faz uso centenas de vezes do servidor DNS. Assim surgiu o Google Public DNS.

Um dos grandes trunfos desse serviço é a facilidade em memorizar os endereços: 8.8.8.8 e 8.8.4.4. Eles podem ser inseridos nas configurações do sistema operacional, ou diretamente no roteador. Nesta página há instruções mais detalhadas aos menos familirizados.

Além de velocidade, o Google Public DNS está a par com todas os padrões (nada de redirecionamentos e/ou páginas de erro personalizadas) e diretrizes de segurança do segmento. O único problema, especialmente para os mais neuróticos, diz questão à privacidade. Ciente disso, a empresa liberou uma página dedicada ao tema, onde, resumidamente, diz que a intenção do serviço é agilizar a conexão à web, colhendo o mínimo possível de informações do usuário.

Fonte: Meio Bit



A História do Google em 2 minutos

novembro 21, 2009

OpenWith: Saiba que programa abre determinado arquivo

novembro 20, 2009

O site OpenWith.org veio para facilitar a vida de todos. Você digita a extensão do arquivo, como por exemplo .pdf, e o site identifica quais programas abrem este tipo de arquivo.

O melhor de tudo é que o site recomenda os programas gratuítos para abrir o arquivo. Além de identificar, você pode baixar o programa  na hora  para visualizar o arquivo.

Fonte: Saiba Tudo

Ótimos vídeos sobre Cloud Computing e Virtualização

novembro 20, 2009

Excelente comercial da Toyota.

novembro 20, 2009

Imagine quantas vezes esse comercial deve ter sido gravado, até conseguir esse sincronismo perfeito.

Cloud Computing

novembro 16, 2009

Lendo um pouco sobre Cloud Computing tentei encontrar uma boa definição para o conceito. Enconterei demasiadas definições, explicações e previsões das mais variadas possíveis.

Cloud computing pode ser definido como um modelo no qual a computação (processamento, armazenamento e softwares) está em algum lugar da rede e é acessada remotamente, via internet.

Segundo Daryl C. Plummer, vice-presidente do Gartner: “O que realmente significa é que alguém vai assumir a responsabilidade de entregar algumas funções de TI como serviços para alguns clientes e eles não precisam saber como funciona, eles simplesmente usarão.”

Minha definição de  Cloud Computing: Serviço (ou conjunto de serviços) disponível na Internet.

cloud

Piadas sobre o Apagão

novembro 15, 2009

Quem conseguiu se manter na internet durante o apagão (10/11/2009) acabou se divertindo. Nas redes sociais, como o Twitter, passado o primeiro susto, as piadas brotavam em velocidade espantosa. Veja algumas das mais engraçadas:

– Disseram para o estagiário da Itaipu: “Quando sair apaga tudo”

– Atenção: Governo vai anunciar redução do IPI da Lanterna, “Radinho” de pilha e da própria pilha!!!

– A população brasileira certamente vai crescer bastante daqui 9 meses!

– O povo do RJ reclamando, mas cadê o Fluminense com a lanterna?

– Apagão nada, viral do filme 2012 que estreia sexta

– A luz voltou no Paraguai, mas deve ter vindo de contrabando

– Estão dizendo que o Google comprou Itaipu. Energia elétrica, agora, só com convite…

– No dia seguinte, após uma noite de apagão, Zé Mayer tirará o dia pra dormir.

– Uniban declara que a culpa do apagão foi um curto e tudo que é curto não é bom e deve ser banido.

– Se você está lendo esse tweet, você é a RESISTÊNCIA.

– A lição (de novo) é: um míssil em Itaipu e o Brasil se rende.

– Manchete de amanhã: Itaipu cai antes do Flu.

– Chama o Zina! Brilha muito no apagão!

– Quem não tem luz põe o dedo aqui (na tomada)

– Vamos falar de outra coisa? Apagão traz energia ruim, gente…

– Feliz é a Madonna que tem Jesus e Luz.

– Madonna says: JESUS, TURN OFF THE LIGHT!

– Atenção, alunas da Uniban (de novo!), esta noite vestido curto tá liberado!

Como é difícil dar o devido crédito pra todo mundo, a gente fez que nem pai cheio de filho – se não dá pra dar pra todo mundo, não dá pra ninguém.

Power line Communication: a rede na tomada

novembro 15, 2009

Hoje vivemos em um mundo com tantos cabos para todos os lados que nos perdemos no meio deles. Saímos na rua e vemos os postes elétricos, com fios de luz e de telefone passando sobre as nossas cabeças.
Em casa, temos todos os aparelhos elétricos que passam pelo caminho até chegarem às tomadas. E, para completar, ainda usamos cabos de rede para conectar os PCs entre si e à internet. Isso porque nem tudo que é sem fio (wireless) funciona perfeitamente. Nem sempre o sinal sem fio trabalha sem falhar.

 

A rede direto na sua tomada

Ligue na tomada e conecte o cabo.

Se a opção wireless fosse perfeita, seria a ideal, já que o não uso de fios sempre é a prioridade. Na procura por melhorar a qualidade e não ter ainda mais fios, foi criada a tecnologia PLC (Power line Communication).

Através de um adaptador conectado em sua tomada (na imagem ao lado, o Aztech HL106E), você transforma todo o sistema elétrico da sua casa em uma rede. Assim, cada tomada é um ponto de acesso.

Quando se fala em utilizar a rede elétrica para algo que não seja abastecer eletrônicos, já pensamos que pode dar errado e queimar os aparelhos. O fato é que a energia elétrica funciona na frequência entre 50 e 60 Hz, enquanto a conexão PLC usa de 1 a 30 MHz. Dessa maneira, um sinal supostamente não deve causar interferências ao outro.

A tecnologia funciona tanto de maneira interna, com a transmissão de dados usando a rede elétrica do prédio, apartamento ou casa, quanto externa, em que é usada a rede pública de energia para transmitir. A maior vantagem é que, com o Powerline, a velocidade se mantém bastante alta e dificilmente tem quedas.

 

Como usar

A instalação é muito fácil e acaba sendo um dos pontos mais positivos de se usar a tecnologia PLC. Tudo de que você precisa é de um adaptador (comumente chamado de Powerline Adapter). Você só precisa ligar o adaptador na tomada e conectar a ele o modem e o roteador. Depois disso, qualquer tomada em sua casa vira um ponto de acesso de rede.

Ou seja, você precisa de um adaptador, que será o distribuidor de sinal, e de um capaz de receber. Sendo assim, o segundo Powerline Adapter vai à outra tomada da residência, bastando então conectar um cabo de rede nele e no PC. Você pode usar quantos adaptadores quiser, ligando na tomada e conectando o cabo até o PC.

Como funciona a tecnologia.

 

Desvantagens: elas sempre existem

As ondas se interferem.

Como dito, quando você conecta o adaptador em uma tomada da sua casa, todas as outras viram um ponto de acesso. Sendo assim, a interferência com outros eletrônicos que utilizem a frequência de rádio, como telefones sem fio e televisores é inevitável. Ondas como as de rádio e de televisão analógica também acabam sofrendo interferências graves com o PLC.

Também não se pode esquecer de que problemas como raios existem, e de maneira até frequente. Tudo bem, todos os nossos equipamentos eletrônicos já correm risco na tomada, mas o PLC acaba sendo mais um.

Outro ponto negativo é o fato de a tecnologia ser compartilhada paralelamente. Se não houver uma divisão clara entre apartamentos e casas, todos acabarão por compartilhar a conexão. E, é claro, a velocidade cai drasticamente, de acordo com quantas pessoas estão utilizando a rede no momento. Caso haja uma divisão, você não terá problemas, pois a rede é criptografada.

Mas a maior desvantagem da tecnologia é o fato de a conexão PLC ser prejudicada por filtros de linha, estabilizadores e no-breaks, ou seja, você só pode usar a tomada para o adaptador PLC. Além disso, o PLC é half-duplex: cada adaptador pode transmitir e receber dados através dele, mas não simultaneamente. Assim, os pontos funcionam um de cada vez.

Conclusão: quando poderemos usar?

Alguns países determinaram por lei a proibição da utilização do PLC. Porém, aqui no Brasil é permitido e já existem adaptadores da tecnologia à venda, com uma média de preço que vai de 300 a 500 reais (por um kit de dois aparelhos).

Os planos, entretanto, são de servir internet através desta tecnologia. Algumas experiências foram feitas em todo o mundo e várias delas mostram que vale a pena o investimento, com fatores que vão desde o custo não tão alto até a qualidade do serviço. No Brasil estão sendo feitos testes para implantação há muitos anos, pela Copel, no Paraná, Eletropaulo, em São Paulo, Celg, de Goiás e Light do Rio de Janeiro.

Sendo assim, é possível que no ano que vem vejamos serviços de internet sendo oferecidos pela energia elétrica. Com certeza seria prático não somente para aqueles que navegam em casa ou no trabalho, mas também para os serviços públicos espalhados pela cidade, que terão tráfego de dados fácil e desimpedido.

Fonte: www.baixaki.com.br/info/3068-power-line-communication-a-rede-na-tomada.htm


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